terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Existe empresa dos sonhos?


Olá pessoal, lendo a matéria que saiu no Olhar Digital , achei bastante interessante e me fez refletir sobre o principal problema da maioria dos pedidos de demissão - o líder!

As empresas muitas vezes não percebem o impacto que isso tem e o quanto isso impacta no resultado dos negócios.

Mais do que isso, estou aqui aceitando que essa matéria é real, e olha o quanto isso realmente causou na vida de um funcionário e o que ele fez - colocou a boca no trombone literalmente! 

Se você é líder, pense no que você causa na vida das pessoas - dedique tempo para dar feedback que possam de fato fazer a diferença na vida das pessoas e principalmente, respeite sempre as pessoas!

Se você não é líder ainda - já vale pensar o quanto é importante se preparar para esse momento.

E aí fica também minha pergunta, existe empresa perfeita? Até onde você está disposto aceitar algumas coisas?

Vale a pena ler o relato abaixo e refletir!

Aproveite e não deixe de ler o post - Quão conformado você é no trabalho?

Um abraço e até a próxima...



A Apple é uma das maiores empresas do mundo e, provavelmente, uma das que mais valoriza o design de seus produtos. Desta forma, seria lógico que o sonho de uma grande parte dos designers do mundo inteiro inclua trabalhar para a empresa da maçã. Mas o que era sonho para o jovem Jordan Price, acabou se tornando um pesadelo, graças a uma experiência horrível na companhia.



Quem acompanha o Olhar Digital, já viu que trabalhar nas grandes empresas de tecnologia nem sempre é o sonho que muitas pessoas dizem ser. Normalmente há defeitos em todas as empresas, e, claro, muitas vezes os benefícios são excelentes, assim como os pagamentos, mas nem sempre estas vantagens compensam o stress. Alguns não aguentam a pressão, ou o assédio moral e acabam deixando a empresa onde sonharam trabalhar por tanto tempo.

Foi o caso de Price na Apple. Ao receber a notícia de que havia sido aprovado na Apple após três entrevistas de duração inferior a uma hora, ele alcançou seu sonho, para vê-lo desmoronar em pouco tempo. Ele foi até sua página no Medium para relatar sua experiência negativa.

Morador de San Francisco, Jordan Price passou a ter que se deslocar diariamente para a cidade de Cupertino, onde fica a sede da Apple. Os horários rígidos, somados ao tempo de deslocamento, tornaram impossível que ele convivesse com sua filha durante a semana. Então, ele passou a encontrá-la apenas durante os fins de semana.

Este foi um grande problema, mas não foi o único. Price encontrou um problema que já foi relatado por ex-funcionários no Google, que são os chefes de meio-de-campo. Seu superior imediato na hierarquia da empresa era horrível como líder.

“Meu chefe, que tinha o hábito de disparar insultos disfarçados de ‘piadas’ a qualquer um abaixo dele e começou a me insultar direta e indiretamente. Começou a me avisar de que meu contrato não seria renovado se eu fizesse ou deixasse de fazer certas coisas. Ele ficava nas minhas costas me pressionando para concluir tarefas de mundanas de design que ele achava que precisavam ser examinadas urgentemente. Ele foi democrático sobre seus comentários rudes, mas não me fez sentir melhor quando ele começou a direcioná-los aos meus colegas. Eu me sentia mais como um adolescente, trabalhando em uma loja do que um profissional trabalhando em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo”, relata ele.

As reuniões e burocracia da empresa também pareciam ser um problema para Jordan Price, que, segundo ele, precisou lidar com tantas senhas, contas e logins que levou “quase um mês para entrar no servidor”. Além disso, os encontros entre as equipes aconteciam com tanta frequência que atrapalhavam a produtividade dos funcionários. No entanto, ele considera que as reuniões eram “um mal necessário para uma empresa com produtos de qualidade tão alta”.

O resultado da insatisfação é óbvio. Durante uma tarde de trabalho, após receber um insulto de seu chefe, percebeu que não conseguia mais manter seu foco nas suas tarefas e decidiu sair da empresa, não sem antes deixar um bilhete alertando seu superior de que ele era o pior chefe que ele já encontrou em sua carreira profissional e que não conseguiria trabalhar para ele, não importa o quão bonito possa parecer ter o nome Apple no currículo.

Claro, a experiência de Jordan foi extremamente pessoal e não quer dizer que a Apple é uma empresa horrível para se trabalhar. O caso serve apenas como uma lição de que mesmo o emprego dos sonhos pode se tornar insuportável com algumas condições negativas.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Quão conformado você é no trabalho?


Em 2010 tive como cliente um Diretor de Vendas turco e em um dos nossos almoços achei muito interessante o quanto ele ficava inconformado ao ver os brasileiros serem tão conformados. Um exemplo que ele usou naquele momento foi sobre os atrasos constantes dos voos aqui no país e também o quanto demorava para se achar um portão para desembarque, ficando muito tempo esperando dentro do avião.

E claro que o fato de entrarmos nesse assunto, era porque ele fez uma analogia com relação ao trabalho. 


Se aproveitarmos o momento das Olimpíadas de Inverno, minha pergunta é - Será que aqueles que chegam a conquista da tão sonhada medalha de ouro, se conformaram com seu desempenho?

Mais do que isso, é muito comum vermos no Brasil ainda, uma grande parte do povo brasileiro, se acostumar com muita coisa. A quantidade de assassinatos nos estados brasileiros, se está diminuindo está bom. O alto nível de corrupção que ocorre entre nossos políticos e tudo acaba em pizza, as torcidas organizadas do futebol que se acham donas dos clubes e que podem invadir o local de trabalho dos jogadores e não recebem nenhuma punição e assim vai.

E a provocação acima é apenas para fazer você pensar o quanto no dia a dia nos conformamos com muitas coisas no trabalho:

- Com o chefe que trata mal
- Com a baixa segurança que a empresa oferece para você fazer o seu trabalho
- Com o nível baixo de comida que é oferecida no restaurante da empresa
- Com a falta de limpeza que muitas vezes se encontra nos banheiros
- Com a pressão de você fazer o trabalho que antes era feito por 2 ou 3 colegas, sem ao menos dar apoio
- Com a falta de meritocracia
- Com a politicagem que muitas vezes rolam solta
- Com as falsas promessas
- Com o não cumprimento das leis trabalhistas
- etc, etc, etc.

Mas claro que muitas vezes nos deixamos levar por tudo isso, simplesmente pelo fato de não querer perder o emprego, do medo do desemprego. Que claro, também achamos normal os altos índices e não fazemos as devidas cobranças aos governantes.

Só não podemos esquecer, que muitas vezes, ao aceitar esse tipo de coisa, vamos diminuindo o padrão e achando que aquilo que vivemos é o melhor, e levamos exatamente esse padrão para nossas famílias, nossos amigos, nossa comunidade e deixamos de evoluir. 

Vale ressaltar também o quão é importante conscientizar e incentivar profissionais de recursos humanos, empresários, gestores de pessoas no quanto cada um pode contribuir para a evolução da sociedade e o quão são responsáveis pelo desenvolvimento das pessoas simplesmente pelo fato de viver os valores em suas organizações.

Cobre seus gestores, cobre seus colegas e principalmente cobre-se em sempre buscar o melhor e não aceitar menos que o aceitável. Muitas coisas no trabalho não podem ser relevantes - segurança, saúde e respeito devem caminhar sempre nos mais altos padrões de exigência.

E você, já parou para pensar nisso? Conta para nós.

Um abraço e até a próxima...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Contatos Profissionais: Milhares de Conexões no Linkedin funciona?


Tenho conversado com muitos clientes que apresentaram as mesmas dúvidas nos últimos dias e resolvi trazer um pouco aqui do que eu vejo sobre disparar convites para todo mundo no Linkedin.

O Linkedin é uma rede que hoje no Brasil vem sendo muito utilizada por muitas empresas, muitos headhunters para buscar candidatos e por muitas pessoas para que possam achar novas oportunidades de emprego.



Porém cuidado! Ter milhares de conexões no Linkedin não significa que você está tendo um super relacionamento profissional. Pelo contrário, isso não significa nada. Somar mais pessoas na sua rede e não utilizar isso para relacionamentos concretos, não tem utilidade alguma.

Foco é muito importante para esse relacionamento. Tenha claro o motivo que você está adicionando as pessoas e tente não adicioná-las somente quando você está em busca de oportunidades. Muitas vezes você também pode ser um contato útil para a outra pessoa, seja pela empresa que você trabalha ou trabalhou, pela experiência na sua área de atuação onde você pode colaborar com ideias e sugestões, etc.

E isso você pode fazer já direto no convite que você manda. Mudar aquele texto pronto que o Linkedin recomenda já deixa claro que você está mostrando que tipo de interesse está tendo e seja objetivo.

E outra dica importante - se você realmente está disposto a fazer conexões e montar uma rede de relacionamento profissional pelo Linkedin, invista tempo na rede como se você tivesse no Facebook. Sim, isso mesmo! Hoje a redes sociais que o brasileiro mais investe tempo são no facebook e no twitter, para diversas coisas, mas não para contatos profissionais.

E mais, tenha participações ativas nos grupos, sendo objetivo, mostrando que está interessado nos assuntos e fazendo suas colocações sobre suas opiniões e até mesmo experiências que tem sobre o tema. Isso com certeza pode chamar a atenção de pessoas que podem ser importantes para seu relacionamento profissional.

Pense nisso!

Tem outras dicas? Conta aqui para nós.

Um abraço e até a próxima...

Foto: Google

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Exposição: Encontrado no Caminho



Olá pessoal, tenho prazer de indicar essa exposição fotográfica:

De 27 de janeiro a 02 de fevereiro
Local: Piola Jardins - Alameda Lorena, 1766
Jardim Paulista - São Paulo

Indique para seus amigos!

Um abraço e boa "viagem"...




Como pedir aumento para seu chefe?

Responda rápido:

Seu salário está adequado para o que você faz ou você acha que está ganhando pouco?

Já sabemos a resposta, então veja isso...

Você - "Oi chefe, estou precisando de um aumento."

Seu chefe - "Agora não dá!"

Essa resposta é familiar para você? Você sendo funcionário ou o chefe, não?

E essa conversa do RH?

RH - "Pagamos acima da média de mercado", ou

RH - "Pagamos na média de mercado"

Você realmente acredita nisso?




O grande problema nisso tudo, é que existe um certo medo ou dificuldade de se tocar nesse assunto, seja você o funcionário querendo falar com o seu chefe e você sendo o chefe sendo pego de surpresa para falar desse assunto com seu funcionário.

Já presenciei situações que quando o funcionário toma a iniciativa de falar com o chefe sobre salário, o superior fica completamente perdido, e, ou inventa uma história ou diz que precisa falar com o RH. 

Mas qual o motivo desse assunto ser quase um tabu?

Um pouco do que venho vendo por ai...

A maioria das empresas não falam de salários e não preparam seus líderes para falar e entender do assunto e isso acaba trazendo realmente muita confusão na cabeça das pessoas. As organizações acham que o líder sabe falar de remuneração, benefícios e afins tão bem como o especialista do assunto.

Diante disso, é muito comum as pessoas acharem que a área de RH é uma grande caixa preta e esconde essas coisas. 

Mais comum ainda é escutar entre profissionais de RH que a empresa ainda não está madura suficiente para falar ou para se fazer determinadas ações sobre salários. 

Minha pergunta é - Será a empresa (funcionários) ou a área de RH que ainda não se estruturou para tornar isso algo menos sensível nas organizações?

Mas, voltando ao foco e a grande pergunta do post - Como pedir aumento para seu chefe? Vou confessar aqui - Não achei essa fórmula ainda. Mas...

A minha experiência e minha crença é que as pessoas que conseguem um aumento salarial com mais frequência são aquelas que não pedem, mas sim entregam. O que quer dizer isso?

Pessoas que fazem de fato a diferença - que se empenham, que entregam resultados, que se mostram pró ativos e que fazem o gestor ter certeza ou a dúvida de que precisa mudar rápido o salário daquela pessoa.

Não vou negar também, que por muitas vezes, pessoas conseguem aumentos na hora que pedem demissão - isso pode ser uma estratégia - já escrevi aqui em outras oportunidades, cuidado com os blefes e na minha opinião, se o problema era somente esse, fale com seu chefe antes!

Você melhor que ninguém conhece o chefe que tem, e sabe se é possível ter uma conversa honesta sobre o assunto ou se é melhor mesmo se assegurar de uma outra oportunidade primeiro.

Por um outro lado, o máximo que você pode ter é uma resposta negativa, o que pode já lhe abrir as portas para pedir um feedback.

Agora...se você acha que já está fazendo a diferença faz tempo e sua empresa não vem correspondendo com suas expectativas, você já conversou com o seu chefe e nada está acontecendo, aí vou dar a resposta que vi o Max Gehringer dando um dia e achei simplesmente perfeita:

Você trabalha em uma empresa que adota filosofia salarial do tipo três, ou seja, ela é cega, surda e muda. Assim, não adianta mostrar, porque ela não vai ver. O único jeito é fazer o que ela está fazendo. Se ela é muda, você muda!

Tem alguma outra resposta para essa pergunta? Fale aqui para nós!

Um abraço e até a próxima...


domingo, 19 de janeiro de 2014

A empresa contrata a Universidade ou uma pessoa?


Programas de Estágio, Programas de Trainee, Programas e mais Programas estão cada vez mais em voga dentro das organizações.

Legal e importante isso, não?

É a grande chance de muitos jovens terem uma porta de entrada nas organizações e poderem construir suas carreiras.

Eu comecei a trabalhar um pouco antes de estagiar, mas confesso que quando comecei a estagiar, as oportunidades se tornaram muito claras e efetivas. E já que estou aqui escrevendo isso, não vou deixar de citar pessoas super importantes naquele momento – Roberto Sanches, Claudio Hirata, Maura Domingues, Mauricio Ueno, Marta Handa e Marcelo Oliveira. Bons tempos! J Obrigado por me ensinarem muito naquela jornada.


 Mas o que quero focar aqui hoje é o quanto algumas empresas se permitem focar na contratação de pessoas que estudam ou estudaram em faculdades ditas de 1a linha.

Primeiro, acho que vale lembrar que estamos no século XXI e mais ainda, que vivemos em um país chamado Brasil. Isso mesmo – BRA – SIL – com S. País onde nem todo mundo pode se formar nessas universidades renomadas.

Mas, mais do que isso, minha reflexão é outra. Você está contratando quem - a Universidade ou uma pessoa?

Minha experiência e pelo menos minha opinião é um pouco contrária a isso. Já contratei até hoje muitas pessoas que estudaram nas mais diversas instituições de ensino e mesmo não tendo nenhuma base estatística por trás disso, posso garantir que o fato das pessoas terem se destacado em suas carreiras não foi por causa de suas universidades, mas sim porque são pessoas que se dedicaram e trabalham e trabalharam duro para chegar onde chegaram.

Claro que formação conta e ajuda muito. Mas vale pensar que  um aluno de uma universidade de 1a linha pode não ter sido um grande exemplo de assiduidade, de notas, de aproveitamento enquanto um outro aluno em uma faculdade de 2a linha pode ter sido um grande destaque.

E não é entrega de resultados que as empresas estão buscando? 

Será que o recrutamento e a seleção estão de fato sendo bem feitos nas organizações? Estamos dando oportunidades à todos? 

Não seria melhor deixar todos participarem, independente de qual faculdade se estuda ou estudou, e ter um bom processo seletivo onde se possa contratar o melhor?

Infelizmente, ainda venho escutando muitos líderes e profissionais de recursos humanos optando por não colocar nos processos candidatos de faculdades de 2a linha seja para lá o que for.

Pode até estar soando como um tom de revolta esse post, mas não é, pois sei que muitas empresas já mudaram isso, mas mesmo assim, percebo que muita gente ainda não parou para refletir sobre isso e achei importante trazer essa questão nesse momento.

Porque para mim, nome é indiferente!

#pensenisso

E você o que acha disso? Deixe aqui sua opinião!


Um abraço e até a próxima...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Será que você está acomodado na carreira ou no trabalho?


Estou chegando ao centésimo post aqui no RH do Moreno, uma super marca que me dá muito orgulho e realmente me deixa muito feliz.

E você pode ter achado estranho, pois comemorar uma centésimo post com o tema COMODISMO, como escrito no título, pode não ser o mais adequado, mas na verdade, é de  amor, AMOR pelo que se faz que estou falando nesse post.




O fato de trazer o comodismo aqui, foi apenas para ajudar você a refletir se o que você está fazendo é aquilo que realmente ama, pois acredito muito em uma filosofia que é muito simples - AMOR e VERDADE - Quando fazemos o que amamos e  fazemos com verdade, não tem nada que nos vence e sempre encontramos força para ir em frente.

Pode até parecer clichê, mas posso te garantir, fazer aquilo que ama, é simplesmente sensacional e o blog tem sido MAIS um desses grandes amores.

Mas para facilitar você a refletir e pensar se você realmente faz aquilo que você ama, resolvi trazer aqui alguns sintomas que chamo de sintomas do comodismo.

Então, te convido a parar, observar e se questionar se você está acomodado no seu trabalho ou até mesmo na sua carreira e...

Veja se algum desses sintomas já está aparecendo em você: 

1) Acordar para ir trabalhar já está virando um problema?

Martírio total essa história de levantar para ir trabalhar. Não consegue mais ter a mínima vontade, acha uma mesmice ou até uma chatice só pensar na possibilidade de acordar e ter que ir para aquele lugar chato. 

Calma! Observe os próximos sintomas, pois esse pode ser  só uma simples questão de sono! :-)

2) Rezando para que o dia acabe logo?

Você mal chegou ao trabalho e já está pensando onde vai almoçar, não para de olhar o relógio, acha ruim tudo que tem que fazer, o ambiente já não te anima mais e não vê a hora que o dia e até a semana acabe o quanto antes. 

Esse sintoma, se em conjunto com o anterior, pode realmente já está querendo dizer alguma coisa.

3) Sempre está pensando em fazer algo diferente?

Sonhar com mordomias, com outro tipo de vida é super natural. 

Mas se nada que você faz no seu dia a dia no trabalho te deixa feliz e você só fica se imaginando fazendo outro tipo de atividade, aí sim, esse pode ser um grande indicativo de que algo não está de acordo.

4) Você não consegue mais perder aquele programa da rádio peão?

Se o seu trabalho já virou uma chata obrigação e você não pensa mais em nada e prefere ficar apenas dando ênfase as fofocas e fazendo a rádio peão ficar cada vez mais popular se tornando o principal ouvinte...

PARE - O Ministério da sua FELICIDADE adverte: A sua carreira ou seu trabalho precisa ser re-analisado.  

Você realmente pode estar no trabalho ou na carreira errada. Será que não está na hora de mudar?

Nunca é tarde para fazer o que amamos e ser feliz! 

Pense nisso.

E você, faz o que ama? Conte aqui!

Um abraço e até a próxima...

Como disse o grande Steve Jobs:

"É preciso encontrar o que você ama"